Quem se sente um pássaro é classificado como maluco uma vez que ser humano e pássaro são muito diferentes e as diferenças são muito claras. Mas na liberdade de sermos quem ou o que desejamos ser, podemos acreditar que somos um pássaro, contudo alguém acredita ser um pássaro a ponto de querer pular de um lugar acreditando que bater os braços no ar será suficiente para voar será considerada como louca e internada como paciente psiquiátrico se for contido antes de fazer tal ação.
As pessoas sabem que não é possível uma pessoa se transformar em pássaro devido às grandes e várias diferenças e todas as alegações que afirmem o oposto é visto como brincadeira ou metáfora uma vez que a realidade é tão diferente que sequer pode ser cogitado algo diferente do que se é.
Apesar de não sermos pássaros, podemos nos fantasiar de um, usar roupas com penas, fazer algumas alterações físicas e, para voar, podemos ir de avião, parapente, paraquedas e outras opções, mas mesmo fazendo tudo isso ainda não seremos pássaros e ninguém nos verá como um. Somos seres humanos tentando ser pássaro.
Exigir sermos tratados como pássaro é querer mandar que as outras pessoas aceitem a nossa loucura. Ademais, isso rompe com a ideia de liberdade alheia que prevê que todos podem pensar da própria maneira, portanto, podemos querer e até mesmo nos enxergar como um pássaro, porém, exigir que sejamos tratados de uma forma específica, incluindo a ideia de sermos tratados com respeito (o que é respeito afinal? Veja mais em Ofensa e desrespeito) é infringir a liberdade do outro de nos tratar da maneira que acredita que merecemos. Será que devemos tratar todos como iguais, terroristas e criminosos como trabalhadores comuns?
Somos livres para desejarmos o que quisermos, mas estamos todos presos à natureza que nos impõe limites. Podemos mudar várias coisas, mas não todas.
Homens e mulheres são diferentes, contudo, são muito mais semelhantes do que um homem e um pássaro. Não se pode criar asas e cloaca em pessoas para transformá-las em pássaros, porém, pode-se alterar o corpo fazendo-se parecer outro. Podemos fazer dietas específicas com exercícios determinados e mudar o corpo. Podemos ter muita massa muscular, definição muscular visível, mas podemos comer muito, ficar parados e nos assemelhar a um círculo ou bexiga d’água. Temos a liberdade para escolher o que fazer com o nosso corpo dentro das possibilidades.
Há vários tipos de corpos que, mesmo fazendo dietas ou exercícios específicos não fica trincado e malhado. Há corpos que são naturalmente gordos e outros que são naturalmente magros, alguns com pele manchadas, outros com pele impecável, vários altos, muitos baixos. Podemos intervir em várias partes visando conseguir um corpo que nos satisfaça.
A lipoaspiração para definir corpos com gordura localizada é procurada e até indicada assim como implantes de silicone para que não está satisfeitos com o seu peitoral. Tanto mulheres quanto homens passam por tal cirurgia com moldes de silicones diferentes para terem resultados diferentes: peitoral definido para homens e mamas grandes para mulheres. Vários outros procedimentos e tratamentos estéticos também são usados e aplicados visando transformar o corpo real no ideal, mas tudo tem um limite.
Pessoas que mudam muito e acentual demais algumas características passam de um corpo belo, ideal e desejável para um corpo estranho e repulsivo pela opinião coletiva. Como visto em Ideais no cotidiano, todos nós temos uma ideia, mesmo que vaga, do que é o corpo ideal masculino e o corpo ideal feminino e quem domina a narrativa nos meios de divulgação são quem cria o modelo ideal de beleza chamado de “padrão de beleza” o qual é alterado de acordo com as modas, culturas e períodos.
Quanto mais próximo do corpo ideal temais, mais bem-visto somos, quanto mais distante do ideal, mais rejeitados, estranhos e repulsivo somos. Isso mostra que somos e seremos aprovados ou rejeitados pelos demais de acordo com o modelo de ideal de beleza DELES.
Fortemente influenciados (dominados) pelas ideias repetidas várias vezes, absorvemos informações alheias como verdade e, dessa forma, conseguimos mudar de opinião sobre algo sem sequer pensar a respeito. Chegamos ao ponto de rejeitar a nossa própria opinião para aceitar o que achamos ser da maioria visando nos enturmar e fazer parte do grupo uma vez que isso é importante para a espécie. Assim, concordamos com modelos que vemos periodicamente e passamos a desejar e esperar o mesmo dos outros, alimentando a ideia do modelo ideal de beleza, neste caso.
Desde o surgimento da espécie, há diferenças visíveis entre homens e mulheres. A testosterona em alta concentração como acontece nos homens comparado com as mulheres, é responsável por várias diferenças. As visíveis são o desenvolvimento do pênis e dos testículos, que acontece como feto ainda dentro do útero. Conforme chega na puberdade, quando a produção de testosterona aumenta ainda mais, outras alterações surgem como o pomo de adão (nem sempre), desenvolvimento de massa muscular, alongamento dos ossos e crescimento de mais pelos no corpo.
Essas diferenças são visíveis, mas há várias invisíveis como o metabolismo diferente, tamanho do coração e forma de pensar. Desde pequenos, meninos têm preferência por brincadeiras mais agressivas como lutas e carrinhos e meninas preferem boneca. Os meninos já se enfrentam desde pequenos enquanto meninas se unem e tentam a harmonia do grupo com cuidado e zelo. No entanto, por terem corpos ainda parecidos em muitos aspectos, muitas pessoas concluem que são (quase) iguais.
Isso também mostra como somos seres dependente da visão: avaliamos as pessoas pelo que vemos nelas e, portanto, os seus corpos. Isso significa que ter corpos bonitos e atraentes é uma forma de sermos vistos como tais pelos outros e, como a maioria deseja ser querido e desejado, buscam aperfeiçoar os seus corpos.
A mudança entre homens e mulheres é tão grande que estereótipos foram e são criados bem como usados para criação de leis. Um exemplo é relacionamento abusivo que é imaginado como um homem dominando uma mulher porque visivelmente ele é mais forte que ela. Imaginar o oposto chega a soar ridículo e o homem que busca a lei para se proteger de sua cônjuge é visto como fraco, maricas, frangote e outros termos que o rebaixam e humilham. Já o oposto é visto como alguém forte abusando de sua capacidade física de uma pessoa fraca, então esta deve ser protegida.
As leis sobre abusos conjugais e de proteção a mulheres foram criadas imaginando este cenário, então quando não é o que acontece, as pessoas que julgam o caso não entende.
Uma mulher que usa da lei para afastar o seu cônjuge do filho do casal ao fazê-lo sair de casa para ficar afastado enquanto o filho fica com a mãe é um exemplo de abuso da lei por mulheres invejosas e raivosas. Com raiva de seu companheiro, usa da lei para afastá-lo do filho. Assim, o filho “perde” o pai e fica com raiva dele por conta do abandono. Ademais, falar mal do pai para o filho é outra técnica muito empregada e, assim, a mulher consegue prejudicar o homem fazendo o filho ficar longe e até mesmo ter raiva do pai que não conhece. Contudo, o mesmo parece não acontecer quando o oposto ocorre na delegacia com a denúncia da mulher pelo homem mostrando como somos pautados em estereótipos e características visíveis.
A capacidade de manipulação emocional e verbal é muito grande na mulher. Dominar homens com suas ideias é uma característica não apenas real, mas que era o dever da esposa em sociedades passadas. A mulher devia conduzir o homem ao bom caminho, induzindo ideias corretas ao mesmo tempo que o fazia acreditar serem suas, não da esposa.
Os abusos emocionais e verbais, que prejudicam um ser humano pela vida inteira, são muito comuns em mulheres. Sem força para se impor, a fêmea de nossa espécie desenvolveu esta característica para conseguir algum poder na relação e quanto menos o outro perceber a sua manipulação, maior é o seu domínio.
Como não são visíveis e óbvios, estes abusos são mais difíceis de serem provados, mostrados e identificados. Muitas vezes é necessário que pessoas de fora percebam e isso ainda demora cerca de meses ou anos. Enquanto o estrago é feito, não é percebido. Só quando os sintomas da vítima ficam evidentes para pessoas conhecedoras do assunto é que pode haver algum tipo de intervenção. Contudo, os sintomas de demoram para aparecer também demoram para curar. Em vez de semanas ou meses cicatrizando um hematoma, são anos de terapia refazendo a capacidade mental da pessoa num processo que costuma necessitar de tratamento psicológico e esforço do paciente que é mais difícil do que uma cicatrização corporal feita sem esforço ou consciência do indivíduo, apenas repouso e remédio. Enquanto este pode distrair a cabeça com lazer, o outro exemplo precisa usar de sua mente com muito esforço para tentar reparar o dano sendo, muitas vezes, mais prejudicial do que um abuso físico.
Os ideais masculinos e femininos variam muito. Em alguns lugares no passado, homens deviam ter cabelos compridos, usar shorts e meias finas que cobrissem as pernas enquanto as mulheres deviam usar os cabelos presos. A maquiagem também não exclusiva do sexo feminino. Os homens além de usarem essas roupas, usavam maquiagens fortes que, na época, era próprio para os homens e para a classe social a qual pertenciam.
Em alguns lugares no oriente, a maquiagem masculina para gerar um rosto mais agradável aos olhos dos outros é popular e até mesmo exigência para alguns empregos. Transformar o rosto com “imperfeições” em um rosto limpo, sem manchas, uniforme e liso é uma rotina para muitos homens.
As diferenças entre homens e mulheres no oriente não são como no ocidente. Os homens orientais têm traços mais delicados e ausência de tantos pelos fazendo-os serem similares às mulheres ocidentais nestes quesitos. Contudo, lá também há outras diferenças entre os sexos e, em ambos os lados, as diferenças sexuais visíveis são valorizadas.
As mulheres com cintura fina, grandes mamas, bumbum grande cabelos compridos são tidas como mais bonitas. Todos estes atributos são encontrados mais em mulheres do que em homens, portanto, tidos como femininos. Assim, feminilizar é reforçar os atributos tidos como femininos.
As roupas são formas de colaborarem para criar este corpo ideal. Enchimentos e cintas são recursos usados para gerar este corpo mais próximo do ideal feminino enquanto homens possuem modelos próprios de calças, blusas e sapatos reforçando os seus traços masculinos.
As roupas e os traços físicos são atributos que buscamos para identificar se a pessoa é homem, mulher ou criança para sabermos como lidar com ela, afinal, somos diferentes e tratamos as pessoas diferentes na forma de falar, de agir, de perguntar, de elogiar…
A delicadeza é vista como um atributo feminino ou infantil, então corpos mais delicados são vistos como femininos ou crianças e esta característica é usada bastante no oriente para reforçar a feminilidade.
Desejamos alcançar o ideal, então fazemos o possível para tal. Quanto mais próximo, mais agradáveis, desejáveis e queridos somos. Ficamos felizes em nos ver no espelho ao estarmos próximos da perfeição e em como somos tratados pelas pessoas. No entanto, e se fizermos o oposto?
A testosterona é um dos fatores, mas muito influente, que determina as características masculinas visíveis mais conhecidas e pode agir em QUALQUER corpo. Isso significa que o corpo que receber tal composição reagirá a ela seja por meio do amadurecimento sexual como ocorre na adolescência ou por tratamentos com o uso de tal substância. Como o primeiro acontece na espécie desde sempre e vemos isso acontecer constantemente nos outros e também passamos por isso (adolescência), nós aceitamos com mais facilidade. Ademais, transforma o corpo de menino para homem, o mais próximo do ideal masculino. Porém, qualquer coisa diferente é visto com estranheza e, assim, mulheres que usam de tal substância por algum motivo começam a desenvolver característica que vemos natural e rotineiramente em homens.
Como visamos identificar o outro, ver atributos comuns de homens nos geram a conclusão de lidarmos com um homem, por outro lado, as características mais comuns em mulheres no geral a conclusão oposta. Então, termos a combinação de caraterísticas masculinas e femininas em uma mesma pessoa nos deixa confusos e a sensação de confusão é desagradável.
O objetivo de todos é o prazer. Não importa o tipo, sempre buscamos o prazer. O prazer de uma voa conversa, de uma refeição, de olhar alguém bonito, de assistir um filme divertido, tomar um banho… Tudo que gere algum bem-estar é prazer e é isso que buscamos. Portanto, queremos pessoas bonitas ao nosso gosto para que NÓS nos sintamos bem ao vê-las e, tendo um ideal de beleza, queremos que as pessoas estejam neste nível de idealização que temos.
Elogiamos todos que nos geram bem-estar e criticamos os que fazem o oposto. Por ouvir os outros falando ideias que não gostamos ou discordamos, que usam roupas que não agradam aos nossos olhos, maneira de falar que nos incomoda e quaisquer outras coisas que nos desagradem são recebidos como ataques (emocionais, visuais, psíquicos, mentais…), então, contra-atacamos com críticas, julgamentos e ofensas. Muitas vezes sequer sabemos o que não gostamos no outro, nós só reagimos de modo a incomodá-lo “de volta” e, da mesma forma, o outro interpreta o que fazemos, falamos e usamos.
Assim chegamos ao ponto central: as pessoas que tomam estas substância ou a bloqueiam de modo a mudar o seu corpo na forma CONTRÁRIA aos NOSSOS ideais. A pessoa busca o próprio ideal em si mesma, no próprio corpo e nós apoiamos quando o ideal do outro também é o nosso, mas criticamos e repudiamos quando os ideais são contrários aos nossos.
Uma pessoa que divulga que algum tipo de grupo humano deva ser escravizado ou eliminado é alguém que vai contra preceitos e crenças de outras épocas e sociedades. Atualmente é considerado como errado, mas já foi visto como certo. E da mesma forma que buscam quem pensem como elas, nós fazemos o mesmo buscando pessoas que tenham os mesmos ideais que nós, afinal, similar atrai similar.
Ouvir o que acreditamos de outras pessoas é como ouvir um reforço de que as nossas ideias e opiniões estão corretas e ouvir o oposto e ouvir que estamos errados. Como sentimos as nossas ideias e sentimentos como nós, concluímos emocionalmente que uma pessoa contra às nossas ideias está contra nós e que se atacam às nossas ideias, atacam a nós. Sentimos que somos atacados, então revidamos, mas os outros sentem da mesma forma e, portanto, sentem que são agredidos quando atacamos para nos defender e, assim, criamos, alimentamos e aumentamos as brigas e conflitos: falta de clareza na forma de se expressar.
Uma pessoa que se “sente” como um pássaro é claramente maluca, mas um homem que se “sente” mulher não é visto da mesma forma. E por quê?
Em primeiro lugar, a pessoa pode se sentir de qualquer forma, mas concluir que a sua sensação está correta e que todos devem concordar é o motivo dos loucos serem internados: eles não concordam com que os outros veem, escutam e pensam. Esta ideia é clara como um céu sem nuvens, mas, por força da dominância da narrativa e repetições de afirmações, massas de pessoas absorvem esta ideia como realidade.
Em segundo lugar, a pessoa tem o direito de buscar o seu corpo perfeito. Tentar mudar o sexo e as características sexuais do corpo é uma opção, diferente da situação do pássaro. Contudo, o processo de mudança faz a pessoa ficar na situação de ter características sexuais dos sexos confundindo os demais e, portanto, deixando-os desconfortáveis.
O travestismos é um comportamento encontrado em muitos animais que se passam por outro sexo por algum motivo. Para atrair machos e deixar as fêmeas livres para, depois, se aproximar delas, para atrair machos porque gosta da companhia ou outros motivos são as razoes deste comportamento.
Várias espécies possuem esta característica, mas por que só no ser humano que nos incomoda?
Em primeiro lugar, porque vemos os animais com a perspectiva de longe enquanto vemos os humanos com a perspectiva interna. Em segundo lugar, porque criamos um ideal de como as pessoas devem ser, se comportar e como devemos lidar com elas. Então, se nos aproximamos de uma pessoa que parece homem, agimos como se assim ela fosse sem perguntar se ela tem as genitálias ou sistemas de reprodução feminino ou masculino. Ao lidar com alguém pensando ser de um sexo e depois descobrimos que não é, nós nos sentimos enganados e inseguros quanto à confiança que temos sobre a nossa capacidade de identificar as pessoas. Isso é mais intenso ainda em homens que se arrumam como mulheres porque outros homens se aproximam dele acreditando ser uma mulher e se surpreendem com a realidade. Estes homens se sentem enganados como se fosse um tipo de golpe em que a pessoa tenta se aproximar para desferir uma faca nas costas quando se está vulnerável. Isso já não acontece muito com as mulheres se comportando como homens porque mesmo fazendo o que podem, dificilmente se assemelham a um homem na força, característica física altamente identificável o sexo masculino. Desta forma, a surpresa não é sentida como golpe em momento de vulnerabilidade, mas algo mais próximo da frustração por não ser real o que parece.
As pessoas mais bem-sucedidas na mudança de sexo são tão boas que ninguém desconfia. Elas realmente parecem com o sexo que desejam ter e lidam com os outros de acordo, portanto, só quem enxergar as suas genitálias ou exames médicos que mostram o sistema reprodutor perceberão que são do sexo oposto.
Como a mudança entre um sexo e o outro pode ser facilmente alterada com o uso de testosterona, a diferença e a definição do que é homem e do que é mulher passa a ser turva. Antes havia delimitações que faziam com que todos fossem facilmente identificáveis, agora, temos pessoas menos distintas. Mulheres que usam testosterona para competições, para malhar, emagrecer ou outros fins desenvolvem traços que antes só se via em homens. Homens que bloqueiam a testosterona e fazem procedimentos para reduzir aspectos masculinos e aumentar os femininos também entram nesta área cinzenta.
Homem e mulher: duas coisas claras e definidas até tempos atrás que não se podia mudar. Fazíamos o que podíamos (ainda fazemos) para realçar os aspectos que gostamos e, no caso de mulheres que desejam ser mais femininas, aumento de características femininas e o mesmo vale para os homens. Com a nova realidade de poder mudar o corpo a ponto de parecer ser do outro sexo criamos pessoas que não se enquadram nas definições de homens e mulheres antigas.
A confusão e o estranhamento fazem as pessoas se sentirem inseguras, sem saber o que fazer ou como lidar com tais pessoas e como todos os incômodos que sentimos, desejamos que eles desapareçam. Uma forma de fazer isso é evitar todos que não se enquadrem nas definições antigas às quais já se estão adaptadas bem como tentar impor a sua visão de mundo reprimindo o que for contrário a esta, mas ambas as “soluções” criam confusões e conflitos porque estas pessoas que não se enquadram das ideias antigas de homens e mulheres não querem ser rejeitadas ou oprimidas para se enquadrarem no modelo antigo.
A ideia de respeito é novidade no ser humano. A novidade é tamanha que pensamos em respeito quando se trata de nós ou de pessoas próximas. Não pensamos em respeito aos desconhecidos, outros povos ou culturas. Contudo, quando a humanidade começar a enxergar o seu maior talento, de unir pessoas para um objetivo comum e ver que pessoas são PESSOAS, se tratarão como tal. Não importará se será homem ou mulher. O respeito não será condicional ao corpo da pessoa, sua profissão ou classe.
Pessoa: conjuntos de sentimentos, pensamentos e reações corporais.
Enquanto isso, os antigos lutarão pelo que estão acostumados, os novos buscarão seus ideais ainda não criados. Ideias novas surgirão e posteriormente serão tidas como horríveis, cruéis e insanas.
Desejar ser um pássaro é loucura, mas mudar de sexo não. Veja mais em O louco de hoje é o sábio do futuro, delírios saudáveis, delírios saudáveis II e relativismo.
Veja também: somos emoções e sentimentos com um pingo de consciência.