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Veterinária é uma das profissões do futuro?

As pessoas que produzem mais financeiramente têm a tendência a terem menos filhos e outros relacionamentos próximos, focando-se em animais de estimação por exigirem menos atenção e fornecerem atenção e carinho quando desejam além da sensação de poder por conta da obediência do animal. Isso significa que possuem poder aquisitivo para cuidarem de seus animais de estimação, desde alimentação até à serviços de saúde.

Não é incomum um indivíduo ter mais de um animal de estimação, o que significa que uma única pessoa, dentro deste grupo, tem capacidade de investir ou gastar recursos financeiros em alguns animais.

Este fato tem aumentado, criando uma classe financeira e social de pessoas que possuem poucos ou nenhum descendente genético e ofertando cuidados para com seus pets.

Para os veterinários, isso é ótimo porque a quantidade de pessoas que possuem animais de estimação para cuidarem está aumentando e possuem recursos para tal. É provável que planos de saúde veterinários surjam e que mais e mais consultórios e hospitais veterinários abram uma vez que ou mercado o busca.

Hospitais veterinários públicos já estão sendo criados como resultado desse comportamento em massa. Até as pessoas mais pobres estão cuidando mais de seus queridos pets e consumindo mais dessa indústria animal doméstica.

Contudo, mesmo que seja mais fácil do que cuidar de filhos que requerem mais atenção e investimento financeiro, emocional, social, intelectual e mental, há outra opção ainda mais fácil do que animais: as plantas.

Botânico é a profissão do futuro?

As plantas também estão cada vez mais presente nas vidas das pessoas com mais poder financeiro por deixarem o ambiente mais bonito e precisarem de pouca atenção. Fertilizantes e água são o suficiente e muitas vezes não precisa ser todos os dias. As pessoas podem chegar tarde e esquecer de dar água sem que gere um grande problema, pode conversar com as plantas e interagir com elas sem se sentirem sozinhas propriamente, então não precisam cuidar delas quando doentes ou cansadas, não precisam levar para passear, dar comida com regularidade e podem viajar por alguns dias sem muitos problemas e sem precisar levá-las no passeio.

Não apenas dentro de casas, mas em condomínios e parques também buscam jardins e belezas do mundo das plantas criando um nicho de trabalho de cuidados com as plantas. Mas assim como animais, elas ficam doentes e existem pragas requerendo cuidados específicos. Ademais, a criação de uma pequena horta também atrai muitas pessoas com a ideia de alimentos orgânicos ou produzidos por si mesmas aumentando esse mercado ainda pequeno.

Talvez o botânico seja uma profissão ainda mais longínqua, mas ainda futurista. Lojas de plantas devem abrir mais e mais com ofertas de cursos, técnicos e prestadores de serviços que vão à casa do cliente para uma consulta.

Este mercado de novos botânicos para plantas residenciais deve competir com os produtores de inteligência artificiais (IA) uma vez que estas são criadas para suprir essa necessidade de atenção e carinho humano sem demandar um retorno. Contudo, por algum motivo o ser humano parece sentir que algo é verdadeiro, natural, real e sentimental quando é com algo vivo (dentro do conceito de vida atual) enquanto sente que as IA são produtos que devem apenas obedecer, sem personalidade, desejo, vida.

As plantas também parecem não terem personalidade ou desejos, mas ainda são vistas como vidas e, portanto, uma relação com elas é sentida como real (as duas partes – nós e as plantas – vivas).

 

 

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